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Currículo eletrônico substitui o de papel

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curriculo

Ferramenta primordial na conquista da desejada vaga de emprego, o currículo também já se adaptou ao mundo globalizado. A versão em papel dá cada vez mais espaço para as versões eletrônicas, que podem ser a tradicional em formato de texto, enviada através de e-mail ou em sites que prestam serviço de disponibilização de currículos para empresas e de vagas para candidatos.



“Hoje, a versão eletrônica é mais utilizada do que a de papel, principalmente por conta do espaço físico que a versão impressa requer dentro da empresa”, explica Bonnie Facioli, analista de RH do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), da FIEPA. “Sem falar que no eletrônico é possível criar um banco de dados e é mais fácil de alterar informações, caso seja necessário”, conta.

Algumas grandes corporações já disponibilizam no próprio site o cadastramento de candidatos a diversas vagas, de estágios a empregos. São vários campos a serem preenchidos que no final geram um currículo bem completo, no molde que a empresa deseja. “Esses sistemas possibilitam uma triagem fácil e rápida. Vale lembrar que é importante preencher todos os campos solicitados, por mais que você não considere alguns deles necessários, isso ajuda nessa triagem e otimiza tempo”, conta Bonnie.

Além de sites de classificados especializados, o currículo em documento de texto através do email facilita muito a vida de do candidato e do recrutador, pela rapidez e praticidade. Sem falar que várias empresas fazem os primeiros contatos através desta ferramenta, evitando gastos com ligações. “Mas, no caso de cargos mais operacionais, que lidam com pessoas que talvez não tenham acesso à internet ou dificuldade no manuseio do computador, o currículo de papel ainda é utilizado sem problemas”.

A mídia pode ter mudado, mas, ainda assim, o conteúdo não varia muito. Seja impresso ou não, as informações primordiais são as mesmas e o tamanho máximo do currículo continua sendo de duas páginas. E, mesmo com o novo meio, a cultura local ainda confia mais no documento impresso em papel, como explica a analista de RH. “Aqui, as pessoas ainda não dão muita credibilidade ao currículo eletrônico, acham que não chegarão nas mãos certas ou nem serão lidos. E o costume das próprias empresas não é ainda como deveria ser, dando vez ao currículo eletrônico e economizando papel e tempo, tanto de seus funcionários como dos candidatos. Nos grandes centros o currículo eletrônico já é uma realidade”, conclui Bonnie.

 
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